Não sei se tenho saudades tuas ou se apenas desejo amar alguém. Entre o passar de sois e luas revejo-me em ninguém. Após a despedida, o vazio dos lábios que se cruzam é uma constante. Mas sou estranha a um novo amante que não tu que não nós onde foste, onde fui ficamos tão sós. Navegamos para longe, içamos as ancoras sem dar os nós... A tempestade perpétua pela calada, Como te amar e não estar apaixonada? Continuo nesta sede de sentir; nesta ânsia tão palpável Conta-me os teus medos; serão eles parecidos com os meus partilha o âmago do teu universo será ele uma simetria de deus? Será a nossa reconciliação, mais uma melodia do adeus?